Acessibilidade digital
Tornar os serviços digitais disponíveis para todas as pessoas, independentemente de suas capacidades, é o ponto de partida de qualquer portal público de qualidade.
Acessibilidade não é requisito técnico, é direito
Um portal que exclui pessoas com deficiência descumpre a legislação e deixa de atender parte significativa da população. A Code 369 incorpora acessibilidade desde a concepção do projeto até a sustentação, garantindo que cada elemento da interface possa ser percebido, operado, compreendido e resistente a erros por todos os usuários.
Conformidade com padrões reconhecidos
WCAG 2.2 AA
As Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web estabelecem critérios técnicos para tornar o conteúdo percebível, operável, compreensível e robusto. O nível AA é o padrão exigido pela legislação brasileira e pela maioria das normas internacionais. Cada portal que entregamos é auditado contra todos os critérios de sucesso aplicáveis desse nível.
eMAG 4.1
O Modelo de Acessibilidade em Governo Digital estabelece as diretrizes técnicas para o tornar os sites e aplicativos do governo brasileiro acessíveis. Desenvolvido pelo Governo Digital, o eMAG complementa as WCAG com recomendações específicas para o contexto do setor público, incluindo orientações sobre barra de acessibilidade e estrutura de navegação.
Nove pilares da acessibilidade web
Cada um desses recursos é implementado e verificado em todos os portais desenvolvidos pela Code 369.
Navegação por teclado
Todo o conteúdo e funcionalidades são acessíveis sem uso de mouse, com ordem lógica de tabulação que segue a sequência visual da página.
Contraste adequado
Relações de contraste entre texto e fundo que atendem ao mínimo de 4.5:1 para texto normal e 3:1 para texto grande, garantindo legibilidade para pessoas com baixa visão.
Leitores de tela
Estrutura semântica, landmarks ARIA e textos alternativos garantem navegação completa com NVDA, JAWS e VoiceOver.
Foco visível
Indicador de foco sempre visível para usuários que navegam por teclado, sem nunca ser removido ou ocultado por CSS.
Formulários acessíveis
Labels associados, mensagens de erro descritivas e validação acessível para todos os campos de formulário, incluindo campos obrigatórios sinalizados.
Estrutura semântica
Headings hierárquicos, listas, tabelas e regiões ARIA que comunicam a estrutura da página para tecnologias assistivas.
Redução de movimento
Animações e transições respeitam a preferência prefers-reduced-motion do sistema operacional do usuário.
Textos alternativos
Todas as imagens informativas possuem alt descritivo. Imagens decorativas estão ocultas de leitores de tela com aria-hidden.
Testes automatizados e manuais
Combinamos ferramentas automatizadas com auditorias manuais realizadas por especialistas para garantir conformidade completa.
Como validamos a acessibilidade
Nossa abordagem combina automação com revisão humana para identificar e corrigir barreiras de acessibilidade em cada etapa do desenvolvimento.
Lighthouse
Auditoria automatizada do Google que verifica critérios de acessibilidade, desempenho, SEO e boas práticas. Executado em todas as páginas antes de cada entrega.
axe-core
Motor de testes de acessibilidade utilizado em integração contínua para detectar violações das WCAG durante o desenvolvimento, antes mesmo da revisão manual.
Pa11y
Ferramenta de verificação automatizada que gera relatórios detalhados sobre inconsistências de acessibilidade, facilitando o acompanhamento por equipe técnica e editorial.
Testes manuais
Navegação exclusiva por teclado, verificação de ordem de tabulação, testes de zoom até 200% e validação de comportamento sem estilos.
Testes com leitores de tela
Validação com NVDA no Windows, VoiceOver no macOS e TalkBack no Android para garantir que o conteúdo é compreendido corretamente por tecnologias assistivas.
Relatórios de conformidade
Documentação completa com清单 de critérios verificados, status de conformidade e plano de correção para cada oposição identificada.
Dúvidas sobre acessibilidade digital
O que é WCAG e por que é importante para portais governamentais?
WCAG são as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web, desenvolvidas pelo W3C. Elas definem critérios técnicos para que o conteúdo web seja perceptível, operável, compreensível e robusto. Para portais governamentais, a conformidade com WCAG 2.2 nível AA é exigida pela Instrução Normativa nº 01/2018 do Comitê Gestor da Internet no Brasil e pelo Decreto nº 5.296/2004.
O que é o eMAG e como se difere das WCAG?
O eMAG (Modelo de Acessibilidade em Governo Digital) é um conjunto de diretrizes técnicas desenvolvido pelo Governo Digital brasileiro. Ele complementa as WCAG com recomendações específicas para o contexto do setor público, incluindo orientações sobre barra de acessibilidade, atalhos de navegação e estrutura de menus. Um portal conforme com WCAG 2.2 AA já atende à maior parte do eMAG.
Acessibilidade afeta apenas pessoas com deficiência visual?
Não. Acessibilidade beneficia pessoas com deficiências visuais, auditivas, motoras e cognitivas, além de idosos, pessoas temporariamente incapacitadas e usuários em situações limitantes, como conexão lenta ou tela pequena. Boas práticas de acessibilidade também melhoram o desempenho, SEO e usabilidade para todos os usuários.
A Code 369 fornece laudo de acessibilidade?
Sim. Ao final de cada projeto, entregamos um relatório detalhado de conformidade com a lista de critérios verificados, resultados das ferramentas automatizadas e registro dos testes manuais. Esse relatório pode ser utilizado como evidência de conformidade em auditorias e processos licitatórios.
Seu portal está preparado para atender a todos?
Converse com especialistas da Code 369 e descubra como tornar seu portal Drupal totalmente acessível e conforme com as normas vigentes.